Para sempre era o perdão que havia. Eu morria e você continuava a viver. Levava-me a passear, eram campos de cinzas e pó, farelos de lágrimas, dor e dó; a esperança brilhava breve e me sorria, aí fugia, corria, para perto de alguém... não eu. Debaixo do sol provocante, reluziam os toldos verdes em prol do cessar dos corações. Aí tudo cessava, menos eu, que latejava escondido, embrionado, esperando por renascer.
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Gо thrоugh Frее Bооk...
Há 4 anos
3 comentários:
você podia colocar isso em versos/estrofes...!
pois é, mas eu tava tentando fazer uma poesia "narrada", sei lá. nem gostei tanto assim.
=/
eu acho q ficou perfeito assim, do jeito q tá
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